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Polícia fecha desmanche de carros no Progresso



 Uma grande operação foi “montada” na tarde desta segunda-feira (13) pela Polícia Militar de Frutal para fechar um desmanche no Bairro Progresso. Situado no cruzamento das ruas José João das Neves e Antônio Alves Silva Júnior, próximo ao trevo do Tabapuã, o local, um prédio comercial desativado, funcionava de forma clandestina, há pelo menos seis meses.

No desmanche, foram encontrados diversos veículos, a maioria deles, totalmente recortados. Um deles, um gol, prata, modelo novo, com placas de Uberlândia, era “desmontado” no momento em que os militares invadiram o prédio. Um outro carro, um gol bola, também de cor prata, com placas de Uberaba, seria o próximo a ser destruído.

No local, foram presos em flagrante Francharles Gregório da Costa, de 19 anos e Jéferson da Silva Diniz, de 20 anos – responsáveis pelo desmanche dos veículos. Com a prisão deles, os militares chegaram ao empresário Dorivaldo Conceição de Souza, o Piriquito, 33 anos – proprietário do “Periquito Auto Peças” e apontado como dono do desmanche.

Na empresa dele, localizada em um prédio comercial, na avenida Rio de Janeiro, 1.440, no bairro ipê amarelo, foram encontradas várias peças de veículos de procedência duvidosa. Até agora, de acordo com a polícia militar, somando carros inteiros e recortados, já foram identificados pelo menos seis veículos furtados. Mas este número poderá passar de dez, ao final da investigação.


Os novos desafios do jornalista



Antonio Ferreira de Araujo Junior
Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG/Frutal

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FERRARI, Pollyana. A força da mídia social: interface e linguagem jornalística no ambiente digital. Factash: São Paulo, 2010
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Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA/USP e consultoria web, a jornalista Pollyana Ferrari é autora da obra “A Força da Mídia Social” que traz uma discussão sobre as novas ferramentas online de comunicação e informação. Empresária do ramo de consultoria Web, na Polipress, Pollyana ainda dá aula para as turmas de jornalismo na PUC-SP.

As formas interativas de lidar com a notícia, de contribuir e colaborar informações na rede, a integração da sociedade nos meios de produção são tratados por Pollyana com o objetivo de debater essas novas tecnologias que possibilitaram experiências inéditas e reais para seus usuários.

Com o grande volume de conteúdo na web 2.0 (onde todos compartilham), que transita agora para a 3.0, o desafio atual é selecionar aquilo que realmente é interessante, ler, ver, assistir ou ouvir. Através de uma individualização de conteúdo, e não mais uma produção massiva de informação, a busca do receptor é mais criteriosa e única. Pollyana exemplifica esse processo citando as febres surgidas no Youtube e a popularidade de trabalhos divulgados no Facebook.

Outro exemplo citado pela autora é com relação a presença do público jovem nesse canal, que é a grande maioria. O internauta não mais é atraídos pelas animadas publicidades lançadas nos rodapés, laterais de páginas ou pop-ups dos sites e redes sociais. Agora, o conteúdo publicado, e ou, compartilhado nas timelines é o principal objeto selecionado pelos “clicadores”. Nesse novo contexto social, uma nova memória está sendo construída.

No trecho em que cita a construção da imagem do atual presidente dos EUA Barack Obama durante as eleições passadas, Pollyana afirma que o resultado gerou uma maior proximidade do candidato com o eleitor. Era através de redes sociais que os eleitores se comunicavam com Barack, e isso teve primordial papel na conquista da Casa Branca.

Quando descreve as narrativas hipertextuais, a autora lembra que em 2009 o Twitter, rede social que permite mensagens rápidas (de até 140 caracteres) comandou as diversas maneiras e formatos de compartilhamento de informações. Basta um dos usuários publicar algo e tudo pode ganhar uma dimensão gigantesca e parar nos TTs (Trending Topics) do Twitter, que classifica o ranking dos assuntos mais publicados e ou colaborados.

Com a proliferação da informação e o fácil acesso aos meios, os blogs de conteúdo individual e independente tem ganhado bastante espaço. Os conteúdos que abastecem esses blogs vão de notícias, informações gerais, moda, editorias, e até mesmo diários. São esses os principais concorrentes dos grandes portais noticiosos. Com o conceito de que a informação não está restrita a grupos políticos ou a grandes empresas, é a nova mídia que disponibiliza a liberdade e oferece o suporte para que qualquer colaborador tenha seu conteúdo recebido por milhares e até milhões de internautas.

Segundo Pollyana os estímulos cognitivos e criativos podem se transformar numa ferramenta de aprendizagem. Para ela, essa nova fase possibilita novos aprendizados no ambiente de ensino através das redes sociais. Além dos alunos se adequarem, os professores também necessitam descobrir novos métodos de ensino e procurar utilizar as novas mídias como suporte de ideias e como importante ferramenta na aplicação do ensino.

Com a nova formação cultural do jovem e adolescente de deixar de ser apenas um expectador, mas no mundo virtual da maneira colaborativa passam a ser participantes no processo de produção do conhecimento, os educadores assumem um novo papel diante de uma nvoa realidade promovida pela era digital.

Sob a ótica de uma jornalista que trabalhou com internet durante vários anos, a obra aborda ainda as diversas formas de publicações na internet. Pollyana faz uma trajetória desde o surgimento, até os dias atuais da rede de informação colaborativa. Apresenta ainda as inúmeras maneiras da nova produção jornalística que envolve a produção de pautas, apuração até a edição e publicação. A velocidade com que a informação é disseminada é tratada pela autora como uma das principais características da internet, mas também como uma das grandes preocupações com falhas no conteúdo. A linguagem do jornalismo também tem se adequado com o decorrer da evolução de conteúdo digital online.

Com uma tentativa de colocar o leitor dentro da história, Pollyana trata do assunto atual, que ainda não se tem um resultado e está em pleno desenvolvimento com o surgimento diário de novos suportes e medias, e tem como público principal os estudantes da área de comunicação. Apesar da narrativa direta e analítica da atual situação do conteúdo para internet, a linguagem rebuscada e técnica da autora dificultou em vários trechos a compreensão da mensagem. Quem não é da área, ou está ingressando no mundo da comunicação sofre com a quantidade de termos utilizados pela autora. Para melhor compreensão da obra é indicada a leitura mais de uma vez.  


Antonio Ferreira de Araujo Junior do Curso de Comunicação Social/ Jornalismo da Universidade do Estado de Minas Gerais – UEMG/Frutal-MG. Resenha apresentada na disciplina de Comunicação Digital sob orientação do Prof. Dr. Francisco Machado Filho. E-mail: antonioajunior@gmail.com

Pesquisa na UEMG aponta que Google é o site mais acessado


Uma pesquisa realizada por alunos do oitavo período de Comunicação Social, habilitação em jornalismo da Universidade do Estado de Minas Gerais, campus de Frutal, apontou que o site da gigante da internet Google é o mais acessado entre os universitários.

Através de 120 questionários que foram preenchidos entre os dias seis e sete de outubro os alunos do oitavo período que estão prestes a se graduarem puderam conhecer e diagnosticar a realidade virtual e o envolvimento dos 63 homens e 57 mulheres que responderam ao questionário. 

O trabalho realizado na disciplina de comunicação digital, ministrada pelo professor Francisco Machado Filho, apontou ainda que atualmente 86 dos 120 entrevistados acessam a internet através da banda larga, o que representa 71,66% do total respondido.

O segundo lugar dos sites mais acessados citado na pesquisa foi a rede social de Mark Zuckerberg, o Facebook com 29 votos, um total de mais de 24%. De acordo com o levantamento, que não trouxe nome e nem identificação dos entrevistados, as redes sociais representam 46% dos sites mais visitados pelos estudantes da UEMG.

Outro dado importante mostra o avanço do acesso da rede direto de casa que atualmente atende a 77% dos universitários que responderam a pesquisa. Grande parte dos 93 participantes do levantamento, que tem internet em casa, também disse que acessa a rede do trabalho. 69 dos formulários apontaram que informação é o principal conteúdo procurado pelos internautas. As compras também são alvos de buscas quando a pergunta foi se eles compravam na internet. 89 deles fazem aderiram à nova modalidade de shopping, o que significa 74% dos entrevistados.